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Marcelo fala em “boas perspetivas” para o financiamento do Ensino Superior em 2018

  • 12 de dez. de 2017
  • 2 min de leitura

Institutos Politécnicos reafirmam a necessidade do Governo cumprir com aquilo a que se comprometeu.

O Presidente da República revelou, esta semana, estar confiante em relação ao financiamento dos estabelecimentos do Ensino Superior para 2018. O Governo e estas instituições mantêm contacto e as informações que têm chegado a Marcelo, de ambas as partes, levam a crer que “as perspetivas são boas”. “Aquilo que me tem sido dito, nomeadamente nas cerimónias que tenho tido em universidades, é que continuam os contactos entre Governo e as instituições de ensino superior para a definição do orçamento para o próximo ano”, acrescenta, no fim de uma cerimónia nos Paços do Concelho, no Porto.

A convicção de que o Governo “tem que cumprir escrupulosamente com aquilo que combinou com as instituições”, foi reforçada pelos responsáveis dos Institutos Politécnicos, que esperam esclarecer esta situação numa reunião agendada com o Governo para a próxima terça-feira. Nuno Mangas, presidente do Instituto Politécnico de Leiria e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), disse aos jornalistas que este órgão decidiu reforçar a necessidade do cumprimento deste “contrato” entre Governo e instituições de ensino. Na passada quinta-feira, os Institutos Politécnicos que integram o CCISP (apenas os de Lisboa, Porto e Coimbra não fazem parte), reuniram-se para tentar perceber quais as implicações associadas à decisão do Ministério das Finanças de não transferir as verbas relativas ao reforço orçamental devido aos Institutos Politécnicos sendo que, nos últimos dias, verificaram-se progressos no âmbito deste processo. Relativamente às declarações do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor - quando disse ter sido “um erro” o despacho das finanças enviado a universidades e politécnicos públicos em que constava informação de que nem todos receberiam o reforço orçamental devido - o presidente do CCISP, Nuno Mangas, reconheceu que, de facto, “alguma coisa de anormal” aconteceu. Fonte: Público

 
 
 

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